O Linux é a melhor opção

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Caros leitores,
Já chegou finalmente a primeira versão do KDE Frameworks 5 desde o dia 1 de Julho, com excelentes novidades, neste novo ciclo de desenvolvimento do KDE 😉
O KDE Frameworks 5 herdou e melhorou toda a experiência, maturidade e estabilidade encontrada nas versões (ou releases) 4.X.
As grandes novidades desta versão, são a reorganização das bibliotecas do KDE (kdelibs), e a nova versão do plasma designado por plasma next ou plasma 2.

 

Reorganização das bibliotecas do KDE

Reestruturação do kdelibs

Reestruturação do kdelibs

As bibliotecas do KDE são atualmente a base de código comum para (quase) todas as aplicações do KDE. Eles fornecem a funcionalidade de alto nível, como barras de ferramentas e menus, verificação ortográfica e acesso ao arquivo.
Atualmente o kdelibs é distribuído como um único conjunto de bibliotecas integradas.

Com o KDE Frameworks 5, essas bibliotecas foram reformuladas num conjunto de módulos multi-plataforma e independentes, estruturadas em categorias e níveis consoante ilustrado na figura à direita, que estarão disponíveis para todos os desenvolvedores do Qt.

 

Nova versão do plasma

A nova versão do plasma está muito mais limpa e moderna, o que melhora o contraste e reduz a poluição visual em todo o ambiente de trabalho, e traz um maior nível de flexibilidade e consistência.

Agora deixo-vos 2 vídeos da nova versão do plasma, que é de ficar de boca aberta, o novo plasma está mesmo muito fascinante 😀

Links
https://dot.kde.org/2013/09/25/frameworks-5
http://www.kde.org/announcements/plasma5.0-beta2/

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Bom dia caros leitores,

Hoje é com grande entusiasmo que anuncio o lançamento oficial do novo blog “Software Livre em Língua Portuguêsa” 😀
http://softlivrept.wordpress.com/

Este novo blog, promete fazer a diferença, e tem como principais objectivos:

  • Demonstrar que existe software livre alternativo ao software proprietário na maior parte dos casos, incentivando à utilização do software livre
  • Apoiar e manter informados todos os utilizadores que utilizem software livre

E tem algumas particularidades, que raramente se encontram noutros blogs:

  • Nível de acessibilidade: indicador que pretende medir o nível de acessibilidade para cada software, do estilo do rating das aplicações google play, com base nos comentários / críticas dos utilizadores
  • Uma secção de downloads que permite procurar fácilmente e fazer download do mesmo, e ver os comentários a ele associados.
  • Uma secção sobre Android, com vários artigos sobre acessibilidade do mesmo, smartphones com android, aplicações (com a indicação do nível de acessibilidade) … !
  • Uma secção de Documentação, contendo atalhos do teclado, tutoriais … sobre software livre !

Bom, se ficaste entusiasmado, então mais vale leres a mensagem de apresentação que está mais completa, o que puz aqui foi só um resumo dos pontos principais 😉
http://softlivrept.wordpress.com/2013/06/17/apresentacao-do-blog-software-livre-em-lingua-portuguesa/

Se tiveres interesse podes seguir os feeds do blog, como enunciado na mensagem de apresentação 🙂

Desta vez, vou-vos falar do Insync, uma execelente ferramenta de computação em nuvem,  para sincronização com o Google Drive 🙂
Porque infelizmente o Google Drive só está disponível para windows, mac, ios e android. 😦
Mas o Insync não fica nada atrás, bem pelo contrário, eles até dizem que o “Insync ama o Linux” 😀
O Insync permite uma perfeita infegração nas vários distros, e em vários ambientes de trabalho (eg. kde, gnome …) !

Eu aqui apenas vou exemplificar os passos para instalar o Insync, para as distros que suportam o APT ou o YUM, e para os ambientes gráficos GNOME e KDE, para os restantes poderão consultar a página oficial do Insync !

Nota: A versão 1.0 do Insync tá quase a sair do forno, confira aqui as novidades
https://forums.insynchq.com/discussion/1747/insync-1-0-release-candidate/p1

Através do APT

  1. Faz download do repositório insync
    $ wget -qO - https://d2t3ff60b2tol4.cloudfront.net/services@insynchq.com.gpg.key \ | sudo apt-key add -
  2. Edita o ficheiro /etc/apt/sources.list e acrescenta
    deb http://apt.insynchq.com/ [DISTRO] [CODENAME] non-free
    Exemplo: deb http://apt.insynchq.com/ubuntu Ubuntu 12.04 non-free
  3. Actualiza os repositórios no apt
    $ sudo apt-get update
  4. Instala o insync
    $ sudo apt-get install insync-beta-ubuntu insync-beta-gnome ou
    $ sudo apt-get install insync-beta-ubuntu insync-beta-kde, consoante o ambiente gráfico preferido.

Através do YUM

  1. Importa a chave pública do insync
    $ sudo rpm --import https://d2t3ff60b2tol4.cloudfront.net/repomd.xml.key
  2. Cria um novo ficheiro insync.repo dentro do directório /etc/yum.repos.d/ com o seguinte texto:
    [insync]
    name=insync repo
    baseurl=http://yum.insynchq.com/fedora/
    gpgcheck=1
    gpgkey=https://d2t3ff60b2tol4.cloudfront.net/repomd.xml.key
    enabled=1
    repo_gpgcheck=1
    metadata_expire=60m
  3. Instala o insync
    # yum groupinstall insync-beta-gnome ou
    # yum install insync-beta-kde, consoante o ambiente gráfico preferido.

Bom, parece que desta é de vez 😉
Faltam apenas 6 dias para sair o Fedora 18, sai no próximo dia 15 (terça) do presente mês, e tem o codinome “Spherical Cow”

fedora 18 contagem decrescente

fedora 18 contagem decrescente

Confira as novidades no link que se segue
https://linuxbestchoice.wordpress.com/2012/11/08/fedora-18-sai-no-dia-8-de-jan-2013/

 

 

Atualmente existem várias distros que utilizam o yum para actualizar os pacotes (ou designados por RPM‘s), tais como, Fedora, CentOs, RedHat, Mandrake … !

Ultimamente, nomeadamente no Fedora 17, têm surgido alguns problemas com a actualização do sistema.
Ainda pensei que talvez com o tempo a coisa se resolvesse, mas com o passar do tempo, me apercebi que não … !
Então, depois de passar por esses problemas, resolvi partilhar neste post algumas soluções úteis 😉

Conflicto de pacotes

Raramente acontece, mas às vezes ao actualizar dá conflicto … !
A solução mais simples nesses casos é remover os pacotes q dão conflictos, actualizar e tornar a instalar se fôr mesmo necessário.
# yum remove audacious*
# yum update
# yum install audacious*

Mas nem sempre isso resolve os problemas, por vezes ao tornar a instalar os mesmos estes dão problemas !
Muitas vezes nós queremos ter o software bem apetrechado com todos os plugins … mas em determinados casos quanto mais simples melhor … !
Vou enunciar dois casos, de dois bons players, para os quais encontrei a solução pelo caminho mais simples, demorou mas cheguei lá 🙂

VLC
No caso do VLC a solução foi optar por remover todos os extras, e instalar simplesmente o VLC sem mais nada !
# yum remove vlc*
# yum install vlc

Gnome Mplayer
Como devem imaginar o Gnome sofreu bastantes alterações, houve uma grande evolução do GNOME 2 para a versão 3.X … !
Por outro lado, o Mplayer sofreu grandes alterações, com vista à melhoria do mesmo player 🙂
Resultado: não se conseguia instalar o gnome-mplayer
A solução passou mais uma vez pelo caminho mais simplista / minimalista !
# yum install gnome-mplayer-minimal

Indisponibilidade de pacotes
Este tipo de situações é mais frequente quando queremos actualizar o sistema (yum update), e aparecem alguns pacotes, que mesmo após a pesquisa em todos os mirrors, estão indisponíveis !
A solução deste tipo de problemas é simples:

    1. Procura os pacotes em falta no site pkgs.org
    2. Faz download dos mesmos, não te enganes na distro nem na versão dos pacotes
    3. Instala 1 a 1 separadamente

      # cd «directório de downloads» (ex: cd /home/user/Download)
      Download# yum install «nome do pacote completo»
    4. Por último actualiza o sistema
      # yum update

É aconselhável que antes de actualizar o sistema se limpe todos os dados da cache
# yum clean all

Após uma série de atrasos devido a testes e correções, agora na próxima Terça Feira, dia 29, vai sair a versão final do Fedora 17 🙂

Entre as várias novidades do novo fedora 17, destacam-se as seguintes:

  • Melhoramentos no sistema de impressão, inclusivé na visualização dos níveis de tinta
  • Suporte para sistemas de ficheiros ext4  com capacidade superior a 16 TeraBytes
  • GIMP 2.8 (o tal da janela única por opção)
  • GNOME 3.4
  • KDE 4.8
  • Melhoramentos no suporte a tablets e outros dispositivos tácteis
  • PHP 5.4
  • Melhoramentos ao nível da gestão de energia
  • Migração total, e não parcial, para o systemd. Bye, bye SysV

Para abrir o apetite, deixo-vos dois screenshots do novo Fedora 17 🙂

Fedora 17 com KDE

Fedora 17 com GNOME

Link
http://fedoraproject.org/wiki/Releases/17/FeatureList

Olá !
Certamente estranharão o facto de só agora ter colocado mais 1 post ! lool
Mas meteram-se as festas pelo meio, e também não tenho tido tempo !

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Voltando ao assunto …
Ao fazer upgrade / actualizar as distros para a versão mais recente, certamente terão reparado que agora surgiu o Grub2, para substituir o Grub até agora existente.
Na maioria dos casos, a mudança do Grub para o Grub2, é feita com sucesso ! 🙂
Mas, no entanto, para alguns casos dá problemas, ao arrancar apenas mostra a opção windows, e não aparece a opção Linux ! 😦
Para esses casos, já há solução, a qual irei expor a seguir !

A título de exemplo imaginemos q a nossa máquina tem 2 discos, 1 para windows e o outro pra Linux, deste modo
/dev/sda – disco do windows
/dev/sda1 – windows
/dev/sdb – disco do linux
/dev/sdb1 – linux /
/dev/sdb2 – linux swap
/dev/sdb3 – linux  /home

Vale a pena relembrar, que o MBR – Master Boot Record, deve ficar no início do disco  (ex: /dev/sda), mas podemos ter mais que um MBR em discos distinctos (ex: 1 MBR em /dev/sda e outro em  /dev/sdb)
Passos para resolver esse tipos de problemas:

  • Insere o DVD da distro, e entra em modo rescure (ou recuperação), escolhe o modo shell, e executa o segunte:
  • # chroot /mnt/sysimage – para entrar na partição do sistema linux
  • # grub2mkconfig -o /boot/grub2/grub.cfg – para ajustar as configurações do grub2
  • # grub2-install /dev/sdb – para instalar o Grub2 no MBR do disco Linux
  • # cp  /boot/grub/grub.conf /boot/grub/grub.conf.back – guardar backup é 1 bom princípio 🙂
  • Edita o ficheiro  /boot/grub/grub.conf, e acrescenta o seguinte:

Title Linux (grub2)
root (hd1,0)
kernel  /boot/grub2/grub.cfg
chainloader +1

  • Muda o default para o item q criaste
  • Grava e reinicia, e repara se ao arrancar aparece o grub com essa opção, e se deres enter vê se ele salta para o grub2, com as várias versões do kernel
  • Por fim, basta mudar o item por omissão do grub2, para que entre no primeiro, que por sinal é sempre o mais actual, executando:
  • # grub2-set-default 0

Pronto, agora é só reiniciar e verificar se está a funcionar tudo nos trinques 😀
Comigo funcionou !
Espero q esta pequena dica vos seja muito útil ! 😉


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